domingo, 25 de setembro de 2011

O SEU ROCK E O MEU ROLL
''Eu não sou convencional. Não penso o que deveria pensar, não ajo como deveria agir, não falo o que deveria falar, não sinto como deveria sentir, muito menos sou como eu deveria ser. Eu gosto de você, gosto muito. Me sinto bem e você também. Gosto de olhar pra você, gosto de encostar na sua mão e fazer o que eu sempre faço: passar meus dedos levemente sobre ela. Gosto de você molhado na piscina ou depois do banho. Gosto de você com saudades de mim. Gosto do jeito que você fuma, gosto dos seus rocks cantados enquanto a gente transa, de quando você gosta, de fazer suas vontades, arrumar a sua cama enquanto você toma banho, ficar no seu computador usando sua blusa do metallica, gosto das conversas antes durante e depois, gosto do seu jeito pratico, de quando você me chama de bonitinha. Você vai embora, e a gente vai amadurecer, crescer, e depois quem sabe se encontrar. Adoro pensar que significamos nada e tudo um pro outro. Voce deita no meu colo e eu fico te namorando enquanto faço cafuné no seu cabelo macio, fico imaginando como gosto do perigo, como gosto de não saber o que eu sinto. E não faço questão nenhuma de saber. Não quero dar nome ao que a gente tem, não quero que vire um caso, um rolo, um namoro, não! Quero a gente curtindo um ao outro até o ultimo dia possivel, quero te curtir de todas as formas e jeitos existentes. De tudo, o que eu mais gosto é o jeito que a gente flui, naturalmente, sem pressão, sem confusão, sem brigas, sem discussões. Quero ter o melhor de você e te dar o melhor de mim. Você não sabe mas eu te namoro desde quando te conheci, desde quando eu aceitava a sêmantica e classificava meus sentimentos pelo seu melhor amigo.''
¹ - Na idade média 'roll' significava relações sexuais, e na década de 30 'rock' significava pertubar ou sacudir.
Amanda Gonçalves

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